Educação em saúde: benefícios do empoderamento do paciente

Educação em saúde: benefícios do empoderamento do paciente

Muita gente não cuida bem do próprio corpo e dos tratamentos necessários em caso de doença. Por que você acha que isso acontece? Na visão de diversos médicos e enfermeiros, a resposta é simples: falta de educação em saúde.

Hoje, a compreensão do que significa a continuidade de um tratamento é escassa. Mesmo sem sintomas, podem existir doenças silenciosas que repercutem negativamente no organismo. Portanto, precisamos pensar em bem-estar todos os dias. Não apenas no período de cura de uma enfermidade.

A pessoa leiga ignora, ou tem pouca familiaridade, com os fatos relacionados a sua saúde. Quando bem informada, entende a importância de cuidar da própria saúde e de dar continuidade aos tratamentos necessários. Portanto, o empoderamento do paciente o mantém atualizado sobre as necessidade do corpo e, por consequência, o instiga a se manter saudável.

Importância da educação em saúde

Nós estamos acostumados a lembrar do bem-estar do nosso corpo — ou mais especificamente da falta dele — quando adoecemos. Mas quando isso acontece, a situação já pode ser grave, ou pior do que se tivesse sido prevenida. Pensar em saúde, portanto, é diferente de focar apenas no tratamento de doenças.

A qualidade de vida é o resultado de todas as nossas ações, desde a hora em que acordamos até nos deitarmos. Sono, boa alimentação matinal, prática de atividade física, segurança na locomoção, boas condições gerais de trabalho, baixos índices de ansiedade e boas relações pessoais são alguns dos tantos fatores que contribuem para ela.

Quando conhecemos bem o nosso corpo, temos maiores chances de tirar melhor proveito dele. As ações preventivas, que nada mais são do que atitudes saudáveis, contribuem para uma melhor condição geral de saúde.

Comunicado feito pela American Heart Association, em parceria com a American Diabetes Association e a American Cancer Society, afirma que educação em saúde desde a infância pode prevenir o aparecimento de doenças crônicas pela adoção de hábitos saudáveis.

Outro artigo, publicado pelo departamento de educação de New Hampshire (Estados Unidos), defende que a educação e empoderamento das pessoas sobre o próprio organismo as motiva a melhorar e manter a qualidade da saúde, prevenindo doenças e reduzindo comportamentos de risco.

Quando criamos este projeto, ele tinha um único objetivo: permitir que todos os cidadãos pudessem se beneficiar da tecnologia para gerir a própria saúde. Imagine a possibilidade de saber quais são os próximos passos sobre seus exames preventivos, além de ter acesso a um acervo de artigos escrito por profissionais, como médicos e enfermeiras?

Cidadãos bem educados são melhores consumidores de saúde. Possivelmente, esse será o caminho para resgatarmos um sistema que está falindo, exigindo despesas cada vez maiores dos pacientes e causando graves problemas financeiros aos hospitais, seguros e planos de saúde.

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